Patrícia França Fã Clube

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sexta-feira, 9 de novembro de 2012

Patrícia França passeou no shopping center e dividiu pipoca com o filho Gabriel



Maria Santa morre no parto

Deocleciano (Roberto Bonfim) e Morena (Regina Dourado), Jupará (Cosme dos Santos) e Flor (Rita Santanna) se casam também. Zé Inocêncio (Leonardo Vieira) dá uma santa para a mulher. Ele ainda compra uma garrafa com um diabinho dentro. Maria Santa (Patrícia França) diz que está grávida. Jacutinga (Fernanda Montenegro) faz o parto de Maria Santa. Nasce José Augusto.
O tempo passa. O casal já tem três filhos. Maria Santa sofre para ter o quarto bebê. Inácia (Chica Xavier) vai acordar a patroa, mas ela está morta. Maria Santa é enterrada. Inocêncio rejeita o filho e Morena cuida da criança. Os três filhos mais velhos de Inocêncio vão estudar na capital.

Fonte.canalviva.globo.com

Primeiro capítulo: José Inocêncio se encanta com Maria Santa

José Inocêncio (Leonardo Vieira) chega às terras baianas, vê um belo jequitibá e finca um facão na árvore, fazendo uma promessa: não morrer. Neste momento, surgem jagunços que penduram José Inocêncio em uma árvore e arrancam a sua pele. Turco Rachid (Luiz Carlos Arutin) passa por um caminho próximo e é assaltado. Ouvindo os gritos do “coronelzinho”, ele vai ver o que está acontecendo. Vendo o estado de Inocêncio, Rachid decide recolher a pele espalhada pelo chão e costurá-la no corpo de Inocêncio




“Bumba- meu boi”, festa tradicional da região, é preparada por José Venâncio (Cacá Carvalho), que não quer deixar a filha Maria Santa (Patrícia França) participar da procissão, com medo que seja conquistada por algum homem. Pela primeira vez, a festa segue até as terras de José Inocêncio que fica encantado ao ver Maria Santa. Belarmino (José Wilker), seu vizinho manda matá-lo. Inocêncio escapa da tocaia e mata os bandidos. O “coronelzinho” quer pedir Maria em casamento e vai falar com o pai dela. Ele não está. Zé Inocêncio conversa com Maria Santa e, na hora de ir embora, lhe dá um beijo. Belarmino incentiva Venâncio a matar José Inocêncio.

Fonte.canalviva.globo.com

Maria Santa "Renascer"

Maria Santa (Patrícia França) fica enjoada e acha que está grávida. Fala para a sua mãe o que está acontecendo. Quitéria (Ana Lúcia Torre) resolve contar tudo para Venâncio (Cacá Carvalho). Para não ser espancada pelo pai, Maria Santa resolve sair de casa. Seu pai decide levá-la para o bordel de Jacutinga (Fernanda Montenegro). Os pais de Maria Santa partem. Padre Santo (Jofre Soares) leva a cabeça de boi a José Inocêncio (Leonardo Vieira) e diz que foi a única coisa que sobrou na casa de Venâncio. Jacutinga acolhe Santinha, achando que ela está grávida.
José Inocêncio acredita que a moça também tenha ido embora e fica desolado. Após uma conversa, Morena (Cyria Coentro) descobre que a moça não está esperando bebê. Jacutinga explica a Maria Santa porque ela não pode estar grávida e diz que fará dela uma grande mulher. À noite, a moça estreia no salão da cafetina. Belarmino (José Wilker) a encontra. Belarmino pergunta qual é o preço da menina à Jacutinga. A cafetina disfarça e não responde. Quitéria pede a Venâncio para ir buscar a filha. Ele nega. Passam seis meses. Jacutinga diz que é hora de Maria Santa se entregar a um homem. A menina concorda.
Belarmino assedia Maria Santa, que o rejeita. Ele encontra José Inocêncio e, depois de chantageá-lo com a venda do cacau, conta que Santinha está no bordel. Lá, o coronel pede a moça em casamento. Ela aceita. Belarmino atira em José Inocêncio e pensa que conseguiu matá-lo.

Fonte.canalviva.globo.com

quarta-feira, 7 de novembro de 2012

Patrícia França prestigiou a peça "Alô, Dolly!", estrelada por Marília Pêra e Miguel Falabella





A semana começou estrelada no Rio de Janeiro. Na noite desta segunda-feira (15) artistas e personalidades estiveram no teatro Oi Casa Grande, no Leblon, Zona Sul do Rio, para assistir ao espetáculo Alô, Dolly!, estrelado por Miguel Falabella e Marília Pêra.

Fonte:entretenimento.uol.com

‘Renascer’, nova atração do Canal Viva, traz a história de rejeição entre pai e filho

Renascer’, novela que substitui ‘Barriga de Aluguel’ no Canal Viva a partir desta quarta-feira, 7, foca na relação de um filho que é rejeitado pelo pai. “Uma saga maravilhosa, uma história rica feita com muito humor bem estruturada na cabeça de Benedito Ruy Barbosa”, define Antonio Fagundes

 Patrícia França e Leonardo Vieira na primeira fase de 'Renascer'; Marcos Palmeira e Antonio Fagundes na segunda fase da trama


A partir desta quarta-feira, 7, o Canal Viva volta a exibir o sucesso Renascer, que ocupará o lugar de Barriga de Aluguel na grade de programação.
Escrita por Benedito Ruy Barbosa (81) em 1993, a trama conta a história de um pai que rejeita o filho depois que sua amada morre no parto. Na primeira parte do folhetim, José Inocêncio - vivido pelo ator Leonardo Vieira (43) – se apaixona e casa com Maria Santa (Patrícia França, 41), com quem tem três filhos. João Pedro, o caçula, acaba causando a morte deste grande amor e, por anos, o garoto é desprezado na família.
“A novela foi um marco na minha vida”, declarou Leonardo à CARAS Online. “Posso dizer que minha vida é antes e depois de ‘Renascer’. Através do José Inocêncio fui catapultado para a fama e o Brasil passou a me conhecer. Meu personagem era simplesmente genial e um prato cheio para um ator cheio de vontade de fazer o seu melhor”, completou o intérprete que garantiu que irá assistir à reprise. “Acredito que a novela ainda seja atual depois de tanto tempo, pois ela trata de assuntos universais como o amor, amizade, família, rejeição, morte, entre outros”.
A relação entre pai e filho se torna ainda pior quando José Inocêncio decide casar com a jovem Mariana (Adriana Esteves, 42), primeiro amor de João Pedro (Marcos Palmeira, 49). “O José fica com ódio do filho a novela inteira. Mas é engraçado que esse filho é o único que fica ao lado do pai. Os outros vão embora”, recordou Antonio Fagundes (63), o José Inocêncio na fase adulta, ao Memória Globo. Até hoje, o ator ainda lembra, sempre com carinho, deste trabalho. “A novela é maravilhosa. É uma histórica rica, feita com muito humor e perfeitamente estruturada na cabeça do Benedito”, completou o veterano.
Além da trama central, Renascer também trata das lendas e mitologias regionais, fruto de pesquisa do autor. “Comecei minha pesquisa em 1971. Viajei para o Sertão Baiano e conversei com muitos caboclos dali. Ouvi algumas histórias de gente que guardava o diabo em uma garrafa. Fiquei curioso”, recordou Benedito.
Grande elenco
Rico nas histórias, Renascer também ostentava um grande elenco, como Marco Ricca (49), José de Abreu (68), Herson Capri (60) e a talentosa Fernanda Montenegro (83). “Renascer é uma novela eterna, excepcional”, definiu a veterana em depoimento à CARAS Online. “Eu tive a felicidade de participar dos 20 capítulos iniciais. Jacutinga é um imenso personagem. Alem de eu ter todo um grupo de trabalho de honrar qualquer país, valeu, para mim, voltar a encontrar Luiz Fernando Carvalho [diretor da novela], um artista sem igual na nossa TV”.
José Wilker (65) e Osmar Prado (65), outros nomes de peso que compõe o elenco desse sucesso da teledramaturgia brasileira, também recordaram desse trabalho especial. “Eu lembro da primeira cena que eu gravei para o meu personagem, que vinha do exterior para acompanhar as plantações de cacau em Ilhéus. Eu esqueci o meu texto e fiquei falando: ‘é justo, muito justo, justíssimo’. Aquilo virou um bordão que até hoje as pessoas falam e que foi puramente acidental”, divertiu-se Wilker.
“Já o meu personagem, Tião, era um representante da tragédia do povo brasileiro. As últimas palavras dele foram: ‘Quem trabalha e mata fome não come o pão de ninguém. Mas quem ganha mais do que come, sempre come o pão de alguém’”, declamou Osmar. “A repercussão foi grande porque a dor vergonhosa do Tião mexia com inconsciente coletivo. Ele esfregava na cara da sociedade uma realidade que ninguém queria mostrar”, concluiu. 
Vendida para outros países por conta de seu sucesso, Renascer ainda levou ao público a discussão de temas como o hermafroditismo da personagem Buba (Maria Luisa Mendonça, 42), a questão dos meninos de rua, do celibato religioso e da corrupção política no Brasil. Imperdível!

Fonte:caras.uol.com.br

Novelas Renascer “ressuscita” na tela do Canal Viva!



Exibida originalmente em 1993, Renascer retorna à telinha a partir de amanhã no Canal Viva, substituindo Barriga de Aluguel. A trama de Benedito Ruy Barbosa será exibida de segunda a sexta-feira, às 16h15, e será uma excelente oportunidade para conferirmos a tão criticada atuação de Adriana Esteves, na pele de Mariana, que levou a atriz a sofrer uma série depressão. Eu nunca entendi o que aconteceu. Assisti a novela em 1993 e achava o desempenho de Adriana perfeito como uma jovem vingativa e confusa. Sua composição de garota do interior foi perfeita, com aquela mania de segurar a barra do vestido, muito comum às jovens de pequenas cidades. Uma injustiça, que felizmente, não acabou a carreira da atriz, caso contrário, não teríamos sido brindados com a Carminha, de Avenida Brasil.
Renascer marcou a estreia de Benedito Ruy Barbosa no horário nobre da TV Globo. O autor rodou três mil quilômetros no sertão baiano para colher informações, impressões e histórias desenvolvidas posteriormente na história.  Com 213 capítulos, a trama é ambientada no universo rural do sul da Bahia, em Ilhéus e contou com a participação especial da atriz Fernanda Montenegro, que deu vida à personagem Jacutinga, dona de um bordel no vilarejo. Cercada por lendas e mitos regionais, a novela conta a história de José Inocêncio, interpretado, na primeira fase, por Leonardo Vieira e por Antonio Fagundes, na segunda. O protagonista sente uma intensa rejeição pelo filho João Pedro (Marcos Palmeira) e o culpa pela morte de sua mãe, Maria Santa (Patrícia França), durante o parto. A trama é dividida em duas partes. Na primeira – os quatro capítulos iniciais –, José Inocêncio chega às roças de cacau de Ilhéus, finca seu facão ao pé de um jequitibá e faz uma promessa: não morrer. A árvore passa a representar a sorte, a força e a existência do personagem durante sua trajetória. Corre a lenda de que ele morrerá quando o facão for engolido pela terra.
Na segunda fase da novela, o coronel José Inocêncio é um contador de histórias, que mantém uma aura mística a seu redor. Os seus outros três filhos – José Augusto (Marco Ricca), José Bento (Tarcísio Filho) e José Venâncio (Taumaturgo Ferreira) – estudam na cidade grande e são profissionais bem sucedidos. Enquanto isso, João Pedro trabalha na fazenda do pai, que o trata com enorme indiferença. A relação entre os dois se torna ainda pior quando José Inocêncio decide casar com a jovem Mariana (Adriana Esteves), primeiro amor de João Pedro. Entre paixões e vinganças, Renascer ainda leva ao público a discussão de temas como o hermafroditismo da personagem Buba (Maria Luisa Mendonça), a questão dos meninos de rua, das condições precárias de vida e trabalho no país, do celibato religioso e da corrupção política no Brasil. A novela também fez grande sucesso no exterior e foi vendida para Bolívia, Chile, Costa Rica, El Salvador, Guatemala, Honduras, Nicarágua, Panamá, Paraguai, Peru, Porto Rico, Portugal, República Dominicana, Uruguai e Venezuela, entre outros países. Na telinha do Viva, Renascer tem horário alternativo, às 2h da matina. Imperdível!
Confira o quem é quem da novela:

José Inocêncio (Leonardo Vieira/Antonio Fagundes) – Nada se sabe sobre sua origem, nem ele conta. Sua vida parece começar quando chega às roças de cacau e finca um facão — que representa sua existência — num frondoso jequitibá. Valente, obstinado, sonhador, o trabalho árduo lhe rende frutos ao longo dos anos. Uma de suas principais características é ser bom de papo e gostar de contar histórias. Outra é a de ser justo. Muito querido pelos empregados, que lhe são totalmente fiéis. De natureza apaixonada, não resiste aos encantos de Maria Santa (Patrícia França), com quem se casa e tem quatro filhos. A história deste patriarca é o fio condutor de Renascer.
Maria Santa (Patrícia França) — Foi criada com extremo rigor pelo pai porque a irmã mais velha engravidou prematuramente e foi expulsa de casa. Quando conhece José Inocêncio (Leonardo Vieira) e é pela primeira vez beijada por um homem, em sua inocência e ingenuidade pensa que vai ficar grávida. Depois disto, Santinha é também abandonada pelo pai, que se muda com a mãe do vilarejo, deixando a filha no bordel de Jacutinga (Fernanda Monentegro). O casamento com Zé Inocêncio é perfeito, até que a morte os separa depois do quarto parto.
Mariana (Adriana Esteves) — Neta de Belarmino (José Wilker) e Nena (Beth Erthal), que se aproxima de José Inocêncio (Antonio Fagundes) com sede de vingança, pois a avó sempre o acusou de ter sido o mandante da morte do marido. Mas a mocinha sucumbe ao charme do fazendeiro, aumentando o abismo que o separa do filho caçula, João Pedro (Marcos Palmeira), já que o rapaz também se apaixona por ela.
João Pedro (Marcos Palmeira) – Quarto filho de José Inocêncio (Antonio Fagundes), é rejeitado pelo pai porque Maria Santa (Patrícia França) morreu em consequência de complicações durante o seu parto. Não foi mandado para estudar na cidade grande como os irmãos, mas isto não diminuiu sua inteligência e sua capacidade de trabalho. É ele quem preserva a obra de Inocêncio, a quem ama e idolatra, apesar de ter todos os motivos para odiá-lo. Inclusive pelo fato de ter sido ele quem, apaixonado, levou Mariana (Adriana Esteves) para dentro de casa, perdendo-a para o pai.
José Augusto (Marco Ricca) — Filho primogênito de José Inocêncio (Antonio Fagundes). Médico, escolheu a profissão para agradar ao pai, sem ter vocação. Acostumado desde pequeno a receber tudo de mão beijada, não consegue gerir a própria vida adequadamente. Quando a história começa, ele está pensando em sair do Brasil, mas não sabe se vai para Lisboa ou Miami. É simpático, um tipo agradável, mas muito mentiroso.
José Bento (Tarcísio Filho) — Segundo filho de José Inocêncio (Antonio Fagundes), tão mimado quanto o primeiro e o terceiro. Formando em Direito, mora no Rio com uma antagonista dos tempos de vida universitária, quando vivia como nababo e se dizia de esquerda. É dele a iniciativa de propor a divisão das terras entre os irmãos, logo depois do casamento do pai com Mariana (Adriana Esteves).
José Venâncio (Taumaturgo Ferreira) — Terceiro filho de José Inocêncio (Antonio Fagundes). Está casado com Eliana (Patrícia Pillar) quando a história começa, mas é muito infeliz. Conhece Buba (Maria Luisa Mendonça) e acaba indo morar com ela, apesar de viver um conflito por conta da condição sexual da nova mulher. Morre numa tocaia planejada para matar seu pai.
Eliana (Patrícia Pular) — Mulher de José Venâncio (Taumaturgo Ferreira). Uma oportunista, não quer ter filhos — o sonho de José Venâncio — para não estragar o corpo. Ao ser trocada pelo marido, não descansa enquanto não desvenda o mistério de Buba (Maria Luisa Mendonça).
Egberto (José de Abreu) — Detetive contratado por Eliana (Patrícia Pillar) para descobrir com quem o marido a trai.
Buba/Alcebiades (Maria Luisa Mendonça) — Começa a namorar José Venâncio (Taumaturgo Ferreira) sem revelar que é hermafrodita. Quando ele descobre, o susto é tão grande que ele volta para Eliana (Patrícia Pillar). Mas o rapaz não resiste à doçura e à feminilidade daquela pessoa que é o oposto de sua mulher. Até um filho Buba está disposta a adotar para formar uma família perfeita. Após a morte de José Venâncio, envolve-se com José Augusto (Marco Ricca).
Teca (Paloma Duarte) — Menina de rua, grávida, que Buba (Maria Luisa Mendonça) leva para casa, a fim de adotar seu bebê quando nascer.
Belarmino (José Wilker) — Marido de Nena (Beth Erthal), avô de Mariana (Adriana Esteves). Um José Inocêncio (Antonio Fagundes) menos habilidoso e mais ambicioso. Vizinho dele no início da história, quer tomar-lhe as terras e, para isto, contrata os serviços de dois jagunços, cuja missão acaba invertida. O próprio Belarmino acaba vítima de uma tocaia, não se sabe a mando de quem.
Te0doro (Herson Capri) – Como Belarmino (José Wilker) no passado, tem inveja desmedida de José Inocêncio (Antonio Fagundes). A pedido de Padre Santo (Jofre Soares), emprega Sebastião (Tião Galinha) em sua fazenda, e acaba se apaixonando pela mulher dele, Joaninha (Teresa Seiblitz). Marido de D. Patroa (Eliane Giardini) e pai de Sandra (Luciana Braga). Ao longo da história, envolve-se com Eliana (Patrícia Pillar).
Dona Patroa (Eliane Giardini) — Mulher de Teodoro (Herson Capri), mãe de Sandra (Luciana Braga). Passa poucas e boas com o marido por causa dos relacionamentos dele com outras mulheres.
Sandra (Luciana Braga) — Filha de Teodoro (Herson Capri) e D. Patroa (Eliane Giardini), forma um triângulo amoroso com João Pedro (Marcos Palmeira) e Mariana (Adriana Esteves).
Jacutinga (Fernanda Montenegro) – A dona do bordel local que acolhe Maria Santa (Patrícia França) como filha. Admirável personalidade, sábia, é quem faz os partos da mulher de Inocêncio (Antonio Fagundes), inclusive o último. É também da casa dela que Mariana (Adriana Esteves) surge na vida do coronel.
Tião Galinha (Osmar Prado) — Catador de caranguejos, casado com Joaninha (Teresa Seiblitz), com quem tem dois filhos. Ao ouvir as lendas que correm a respeito de José Inocêncio (Antonio Fagundes), dentre elas a de que ele teria um diabinho de estimação numa garrafa, responsável pela sua riqueza, resolve usar o mesmo recurso para sair da vida miserável que leva com a família. Crédulo, resolve seguir à risca a receita dada pelo coronel bem-sucedido.
Joaninha (Teresa Seiblitz) — Mulher de Tião Galinha (Osmar Prado), com quem tem dois filhos. Enquanto o marido leva a sério a criação de um diabinho, ela é assediada pelo patrão Teodoro (Herson Capri). Ao longo da história, apaixona-se pelo padre Lívio (Jackyson Costa).
Turco Rachid (Luis Carlos Arutin) — É o mascate que, segundo a história contada por José Inocêncio (Leonardo Vieira/Antonio Fagundes), costurou sua pele com linha e agulha, depois de ele ter sido completamente atacado por um bando de jagunços. Realidade ou fantasia?
Venâncio (Cacá Carvalho) — Marido de Quitéria (Ana Lúcia Torre), pai de Maria Santa (Patrícia França). Seu maior orgulho é ser a cabeça do boi na festa do Bumba. É aí que ele pode extravasar toda sua violência, como faz quando percebe os olhares que José Inocêncio lança à sua filha Maria Santa.
Quitéria (Ana Lúcia Torre) — Mulher de Venâncio (Cacá Carvalho), mãe de Maria Santa.
Kika (Cláudia Lira) — Vive com José Bento (Tarcísio Filho) sem ser casada e sem muito amor.
Nena (Beth Erthal) — Mulher de Belarmino (José Wilker), avó de Mariana (Adriana Esteves). Ao contrário do marido, não tem ambições financeiras nem é invejosa. Seu ideal é dar aos filhos uma boa educação. Quando fica viúva, parte do local para nunca mais voltar.
Inácia (Solange Couto/Chica Xavier) — É a empregada que cuida da casa de José Inocêncio (Antonio Fagundes) durante toda sua vida. É subserviente porque idolatra o patrão. Supersticiosa, se benze toda quando vê a garrafa onde Inocêncio guarda seu diabinho de estimação. Ajudou a criar os quatro filhos do viúvo como se fossem seus.
Deocleciano (Leonardo Brício/Roberto Bomfim) — Primeiro empregado contratado por José Inocêncio (Leonardo Vieira/Antonio Fagundes) assim que ele chega por aquelas paragens. Acredita piamente nas histórias contadas pelo patrão, e é um de seus melhores divulgadores. Casa-se com Morena (Cyria Coentro/Regina Dourado), uma das moças da casa de Jacutinga (Fernanda Montenegro), mas o casal não é feliz.
Morena (Cyria Coentro/Regina Dourado) — Mulher que Deocleciano (Leonardo Brício/Roberto Bomfim) tira do bordel de Jacutinga (Fernanda Montenegro), e com quem se casa. Mas ela não é feliz porque não realiza seu maior desejo: ser mãe.
Jupará (Gésio Amadeu) — Tem o nome dos bichos que durante o dia dormem e à noite saem para se alimentar das amêndoas de cacau. Não que seja preguiçoso, ao contrário, é esperto e expedito. Com Deocleciano (Leonardo Brício/Roberto Bomfim), forma a dupla que é capaz de “matar ou morrer” pelo patrão. Casa-se com Flor (Rita Santana), também da casa de Jacutinga (Fernanda Montenegro), mas morre prematuramente. Assume seu lugar o filho Zinho Jupará (Cosme dos Santos).
Flor (Rita Santana) – Apesar de também ter sido tirada da casa de Jacutinga (Fernanda Montenegro) por Jupará (Gésio Amadeu), ela era virgem e fazia os serviços domésticos. Quando fica viúva, vai embora com os filhos, deixando na fazenda apenas Zinho Jupará (Cosme dos Santos).
Zizinho Jupará (Cosme dos Santos) – Filho de Flor (Rita Santana) e Jupará (Gésio Amadeu), melhor amigo de João Pedro (Marcos Palmeira). Como o pai, é capaz de dar sua vida pelo “patrãozinho”. Não se conforma com a morte do pai, que atribui à incapacidade de José Augusto (Marco Ricca), o filho médico de José Inocêncio (Antonio Fagundes), que o atendeu.
Damião (Jackson Antunes) — Contratado não se sabe por quem para matar José Inocêncio (Antonio Fagundes), logo depois de seu casamento com Mariana (Adriana Esteves), ele se encanta pelo coronel e se torna mais um de seus fiéis empregados. Casa-se com Ritinha (Isabel Fillardis).
Ritinha (Isabel Fillardis) — A bela que seduz e é seduzida por Damião (Jackson Antunes), e se casa com ele. Ao longo da trama, envolve-se com José Bento (Tarcísio Filho).
Padre Santo (Jofre Soares) — Está sempre viajando para atender às necessidades das fazendas da região. Apesar de conservador, realiza a cerimônia do casamento de José Inocêncio (Leonardo Vieira) com Maria Santa (Patrícia França) no bordel de Jacutinga (Fernanda Montenegro). Está presente nos momentos importantes da vida do fazendeiro.
Norberto (Nelson Xavier) — O dono da venda onde todos param para fazer uma compra, tomar uma bebida ou dar um dedo de prosa.
Padre Lívio (Jackson Costa) — Chega para auxiliar Padre Santo (Jofre Soares) em suas peregrinações pelo interior da zona cacaueira. Jovem e contestador, vive um conflito ao se apaixonar por Joaninha (Teresa Seiblitz), tendo de optar entre o amor ou a vocação religiosa.



Fonte:http://mdemulher.abril.com.br/blogs/jorge-brasil/

terça-feira, 10 de julho de 2012

Patrícia França:Coisas de grávidas

Matéria 09/2009

Fonte:revistaquem.globo.com

sexta-feira, 8 de junho de 2012

2010-Famosos prestigiam homenagem a Aguinaldo Silva no Rio de Janeiro


Aguinaldo Silva recebeu o título de ‘Cidadão Honorário da Cidade do Rio de Janeiro’, entregue pera Câmara de Vereadores da cidade no Teatro Iracema de Alencar, no Retiro dos Artistas, em Jacarepaguá, Zona Oeste do Rio de Janeiro.




Emocionado, Agnaldo não conseguiu discursas após receber o prêmio, e pediu que Osmar Prado lesse um texto que ele fez para a ocasião: “Nasci em Carpina, uma cidade do interior de Pernambuco. Mas, sempre que alguém me pergunta de onde vim, não hesito um instante antes de responder que sou do Rio de Janeiro. Eu tinha 20 anos quando cheguei aqui. E desde aquele dia de junho de 1964, quando desci do avião eme vi no Galeão sozinho, sem casa e sem emprego, nunca mais saído Rio de Janeiro: é onde moro. É para onde sempre volto. É o lugar com o qual mantenho a relação de amor e ódio que só a intimidade permite. O único lugar do qual posso dizer sem hesitação: “é aqui a minha casa”. Foi aqui que vivi a maior parte da minha vida – mais de dois terços dos meus 66 anos. Se ainda tenho sotaque pernambucano por conta das novelas ditas “rurais” de que me ocupei durante muitos anos, a verdade é que conheço mais o Rio de Janeiro que os territórios da minha infância.Aqui vivi, sofri, deixei para trás as frustrações e as derrotas e – não vejo porque me queixar da vida – amealhei a minha coleção de amores e triunfos.Sou, a exemplo de outros conterrâneos meus, um pernambucano que cresceu no Rio de Janeiro. Estou e sou carioca. Por isso, no momento em que me outorgam o título de cidadão do Rio de Janeiro ainda que honorário, posso dizer sem medo de errar: melhor que isso só me entronizassem rei. Recebo esse título cheio de gratidão, emocionado e com o maior orgulho”, leu Osmar.



Aguinaldo foi homenageado diante de grandes nomes da TV e do cinema, como Susana Vieira, Stenio Garcia, Marcos Winter, Lilia Cabral, Isabel Fillardis, Juliana Alves, Renata Sorrah, Leonardo Vieira, Taís de Campos, Beth Faria, Marcos Winterentre, Isabel Fillardis, Osmar Prado, André Bankoff, Eri Johnson, Kadu Moliterno, Maria Ceiça, Patricia França, Susana Pires, Mônica Cartvalho, André Mattos, Thiago Santiago, Ana Maria Moretzshon, Lupe Gigliotti, outros.



Antes do início da festa, Aguinaldo falou em sua página no Twitter sobre o nervosismo que estava sentindo. “Estou em pânico, como sempre acontece nessas ocasiões, por causa da festa em que vou me tornar Cidadão Honorário do Rio de Janeiro. Ainda bem que Susana Vieira vai estar lá e quando a Susana vai, não tem erro, a festa é sempre um sucesso!”, escreveu o autor elogiando sua grande amiga.




Patrícia França, Suzana Vieira, Mônica Cartvalho e Isabel Fillardis


quinta-feira, 26 de janeiro de 2012

Patrícia França e Carolina Pavanelli "Ontem e Hoje" como elas estão

Patrícia França foi mãe de Carolina Pavanelli em 1993 na novela Sonho Meu.Para quem quer saber onde anda a  filha de ficção de Patrícia França.




















Carolina Pavanelli (Carolina Cancio Pavanelli Moura) (19 de fevereiro de 1987, Rio de Janeiro) é uma atriz, escritora, diretora e professora brasileira. Estreou em telenovelas em 1993 como protagonista da novela Sonho Meu quando tinha seis anos de idade. Atualmente é formada em Comunicação Social com habilitação em cinema na Universidade Federal Fluminense e trabalha como professora de Língua Portuguesa e Redação em uma das maiores redes de colégios e preparatórios militares do Rio de Janeiro.

Novelas

1993:Sonho Meu - como Laleska (Telenovela) (Rede Globo)

1997:Malhação- como Rafaela (Rede Globo)

1996:Quem é Você - como Daniela (Rede Globo)

1998:Meu Bem Querer - como Bisteca (Telenovela) (Rede Globo)

 Outros
1996: Pobre Menina Rica (Você Decide) (Rede Globo) (no qual protagonizou o episódio que foi baseado na história “O Príncipe e o Mendigo” fazendo dois personagens)

1996: A Pequena Herdeira (Você Decide) (Rede Globo) (na qual foi protagonista também, fazendo a personagem “Isa”)

1996 : Participou do programa Os Trapalhões

1996: Particpou do especial de fim de ano da Xuxa

1997: A Pestinha (Você Decide) (Rede Globo)

1998: Caça Talentos como Carolina (Rede Globo)

1998: Veneno Ambiente (Você Decide) (Rede Globo)

1998: A volta por cima (Você Decide) (Rede Globo)

1998:Programa do Chico Anísio no episódio “O Belo e as Feras”

1998: Aconteceu no Natal (Você Decide) (Rede Globo)

2002: Foi apresentadora do programa "República" com o quadro BLZ (TVE)

2004: Apareceu no Fantástico no quadro "Quem é?"

2007: Participou no dia 18/06 no programa Ao Ponto do canal Futura, apresentado pelo psiquiatra Jairo Bouer no episódio O Mundo da imagem

2009: Participou do último episódio na série A lei e o Crime, na Rede Record, com a personagem Aninha.

OBS: Carolina fez muitas participações em especiais da Rede Globo, entre eles, Criança Esperança, uma vez sendo uma das apresentadoras infantis e nas outras participando, participou dois anos seguidos do “Especial Natal da Xuxa. Participou várias vezes do programa Angel Mix,da TV Colosso, Vídeo Show, Os Trapalhões. Além das várias participações no Domingão do Faustão,da qual também fez a participação no programa de comemoração de 10 anos do programa, ela ainda participou do Fantástico e do Jornal Hoje.


Carolina Pavanelli lança livro e diz que não voltaria à TV: “Quero ser uma escritora reconhecida, isso é muito mais legal do que ser famosa”


Toda vez que um aluno do Colégio Pensi, no Rio, faz uma busca no Google com o nome da sua professora de português, Carolina Pavanelli, logo descobre o passado da ex-atriz. A aula então é interrompida por alguns minutos para que ela mesmo explique como foi protagonizar uma novela da Rede Globo com apenas 6 anos de idade. “Mas logo os meus alunos se acostumam com a ideia de que optei por não seguir a profissão e esquecem o assunto”, diz Carolina, hoje com 24 anos.


O rostinho continua o mesmo de 18 anos atrás, mas a vida de Carolina Pavanelli, intérprete da órfã Laleska, que encantou o país na novela “Sonho Meu”, em 1993, mudou, e muito. Formada em Comunicação Social, com habilitação em Cinema, ela trocou os estúdios pelas salas de aula e acaba de lançar o seu segundo livro, o romance "Longe de Alguém Tão Perto” (Editora Multifoco).



A curiosidade dos adolescentes sobre o passado da atriz é a mesma de muitos que a acompanharam na novela, e, por incrível que pareça, o estigma de garota prodígio ainda persegue Carolina nas ruas. “Explico para as pessoas que larguei a profissão de atriz para estudar e que não gostaria de estar trabalhando na TV hoje.”, conta ela, que mora com os pais em um apartamento de luxo na Barra da Tijuca, no Rio.



A pesar da decisão de abandonar a carreira, ela lembra com carinho das gravações da novela: “Minhas lembranças mais fortes são as viagens a Curitiba, pois a história da novela se passava lá, e das gravações com os outros atores mirins. Éramos umas nove crianças ao todo, e nos divertíamos muito nas gravações e nos intervalos. Lembro-me do cheiro do estúdio, e de ter ficado muito impressionada com a quantidade imensa de aparelhagens e pessoas necessárias pra fazer uma novela acontecer”, conta Carolina, que trabalhou na Rede Globo até os 12 anos, em novelas como "Quem é Você" (1996) e "Meu Bem Querer" (1998)

Carolina se despediu das telas em 2009, quando participou de “A Lei e o Crime”, da Record. “Quero ser uma escritora reconhecida, isso é muito mais legal do que ser famosa”, diz.






Fonte:Wikipédia e Extra.Globo.com

quarta-feira, 25 de janeiro de 2012

Patrícia França vai a show de Chico Buarque no Rio


 A atriz foi conferir 'Chico', a nova turnê do músico, neste sábado, 7/01/2012.


Patrícia França vai a show de Chico Buarque no Rio

A atriz foi conferir 'Chico', a nova turnê do músico, neste sábado, 7.na casa de espetáculos Vivo Rio,no Rio de Janeiro.
"Chico", nome da nova turnê do músico, estreou nesta quinta, 5. Quem também conferiu a apresentação de Chico Buarque foi a atriz Patrícia Pillar.

Fonte:ego.com.br

quarta-feira, 5 de outubro de 2011

“Não tenho medo de envelhecer”, diz Patrícia França, que completa 40 anos

Em entrevista ao R7, a atriz falou sobre a principal conquista de sua vida: a família


Patrícia França completou 40 anos  quarta-feira (28) com papéis de sucesso como o da novela Escrava Isaura (Record) . .

A atriz Patrícia França já escolheu uma forma de descrever o que está sentindo nesta quarta-feira (28), ao completar 40 anos de vida.
- Eu estou mais saudosa com o que eu vivi. O que vem pela frente você não sabe. É uma idade que você olha para trás, reflete sobre tudo. Nascida em Recife, capital de Pernambuco, a atriz conseguiu construir uma carreira de sucesso na TV, nos palcos e no cinema nacional. Começou com apenas 16 anos, com a peça infantil A Menina que Queria Dançar, de Marcelino Freire, o que lhe valeu um prêmio de melhor atriz em sua cidade natal. Foi na década de 1990 que a morena chegou ao Rio de Janeiro e passou a fazer televisão. Seu primeiro papel de destaque foi como protagonista na minissérie Tereza Batista, de Jorge Amado, que foi ao ar em 1992, na Globo. Nos anos seguintes, ela fez participações importantes em Renascer, Sonho Meu, Salsa e Merengue, Suave Veneno, A Padroeira e Chocolate com Pimenta. No cinema, ela foi a protagonista na fase jovem de Tieta do Agreste, do diretor Cacá Diegues. Anos depois repetiu a dobradinha com Orfeu. Sua primeira novela na Record foi Escrava Isaura, e sua vilã virou o maior sucesso de crítica. O destaque fez com que ela tivesse papéis cada vez mais marcantes em novelas como Prova de Amor, Luz do Sol e Poder Paralelo.

Apesar da carreira consolidada, ela considera outra sua grande conquista na vida: a família. Mãe de Fernanda, 11 anos, e Gabriel, de apenas um ano e nove meses, ela se orgulha do trabalho que faz como mãe. - Eu olho meus filhos e acho que Deus foi muito bom para mim. O ser humano é só, mas o filho nos traz um conforto, essa sensação de continuidade. A atriz está em fase de pré-produção de um musical e diz que tem as melhores expectativas para sua vida de agora em diante. - Quando me olho no espelho, eu penso que cheguei bem até aqui. Eu diria que não tenho medo de envelhecer ou da morte. O ator quanto mais amadurece, melhores ficam os papéis.



Fonte:entretenimento.r7.com

quinta-feira, 30 de junho de 2011

Patrícia França confere estreia de peça no Rio

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Caio Blat e Maria Ribeiro conferiram a estreia da peça "O Gato Branco", estrelada por Bruno Ferrari e Paloma Duarte nesta segunda-feira, 6. Pedro Neschling e Vitória Frate, Angela Vieira e Patrícia França também estiveram no Espaço Sérgio Porto, no Rio, para ver a peça.




Fonte:ego.globo.com

terça-feira, 8 de março de 2011

Patrícia França aos 19 ProtagonizouTeresa Batista

Revista Isto é gente Edição 279

Em 1991, aos 19 anos de idade, Patrícia França fez o teste que mudaria sua vida. Atriz de teatro no Recife, ela tentou o papel principal na minissérie Tereza Batista, baseada no romance de Jorge Amado. Aprovada, realizou o sonho de ir morar no Rio de Janeiro. “Eu já queria morar sozinha e, desde os 17 anos, quando falava isso em casa, minha família dava risada”, lembra Patrícia. Vivendo em um apartamento alugado da mãe de Roberta Close, ela não se deslumbrou com a mudança para a capital fluminense nem com o fato de protagonizar uma minissérie da Globo. “Para mim, isso era motivo de preocupação, porque queria mostrar um trabalho digno. E fazer uma obra do Jorge Amado era muito sério, porque ele é uma lenda”, diz. Na segunda fase da minissérie, quando a personagem Tereza se estabeleceu em Salvador e se tornou cantora de cabaré, Patrícia teve a oportunidade de mostrar outra face de seu talento. “A fase cantora foi a mais deliciosa. Nas cenas, eu dublava minha própria voz cantando e foi muito especial poder gravar as músicas do Dorival e do Dori Caymmi que faziam parte da trilha.” Atualmente, a atriz interpreta a escrava Rosa, uma das vilãs de A Escrava Isaura, da Record, e diz estar revivendo o tempo de Tereza Batista. “O assédio do público está parecido, assim como a abordagem da imprensa e o sucesso da novela. A vida é feita de ciclos e eu estou muito feliz com esse trabalho.”




Fonte:Isto é gente

quinta-feira, 5 de agosto de 2010

Patrícia França no casamento de Maria Ribeiro e Caio Blat

A atriz Patrícia França (36) mostrou seu lado romântico. "Eu sou até meio caretinha, acredito no casamento e no amor", admitiu ela, atualmente solteira. "A festa está uma delícia. A decoração é muito leve e suave, com flores desidratadas. Tudo simples, elegante e de bom gosto, como a Maria", emendou Patrícia.
Fonte>caras.com.br

ARTE COM CONSCIÊNCIA ECOLÓGICA NA ILHA

Na Ilha, Rodrigo encontrou colegas da emissora, entre eles Patrícia França (37), com o amado, Wagner Pontes (41), empresário, e Gisele Policarpo (27). "Meu irmão Gabriel também é percussionista. O mais legal é observar a criação do artista, desde a montagem do cenário com os instrumentos até os sons incríveis que saem", aplaudiu Gisele, que vive Cleo na novela Os Mutantes - Caminhos do Coração, em companhia do namorado, o arquiteto Rocini Tavares (27), com quem está há oito meses

quarta-feira, 4 de agosto de 2010

Vivendo o seu momento mãe, Patrícia França conta como é o relacionamento com os filhos, Fernanda e Gabriel, e a rotina com duas crianças em casa












Patrícia França mãe: 'Não sou perfeita'
Vivendo o seu momento mãe, Patrícia França conta como é o relacionamento com os filhos, Fernanda e Gabriel, e a rotina com duas crianças em casa
Mãe de Fernanda, de nove anos, de casamento anterior, e de Gabriel, de quatro meses, da união com o empresário Wagner Pontes, a atriz Patrícia França está vivenciando uma nova fase em sua vida: ter duas crianças em casa. Após terminar de gravar a novela Poder Paralelo, da Record, ela está curtindo o seu momento mãe, com dedicação total aos dois filhos. "Com os filhos, a vida fica ainda mais alegre. O filho traz renovação", disse.

Criando os pequenos da melhor maneira e como o seu coração manda, Patrícia ainda tem muitos questionamentos e a cada dia tem uma nova descoberta com eles. "Aprendo sempre com eles. Eu me pergunto que educação estou dando para o meu filho? Como estou formando ele? Que pessoa ele será? Tudo isso me preocupa muito", contou em conversa com o Portal CARAS.

Confira trechos da conversa:
- Como está a vida com o Gabriel?


- Eu diria que estou me adequando. Apesar de já ter experiência com criança, é uma vivência nova na medida em que agora são dois. Eu sempre aprendo com eles. Está sendo muito rico, estou me redescobrindo com mãe. Estou mais paciente, menos tensa, mas estou curtindo mais. Estou me adequando.
- Sua filha mais velha, a Fernanda, te ajuda a cuidar do bebê?

- A Fernanda me ajuda muito. Ela é generosa, muito compreensiva, me ajuda muito com ele. Estou reconhecendo a minha filha.

- É muito corrido cuidar de duas crianças?
- Até o momento, o trabalho está sendo dobrado. A Fernanda já tem nove anos, não é a mesma coisa de quem têm gêmeos, mas ela também requer atenção. Estou ligada no que a minha filha faz, fico preocupada. Ainda não liguei o automático, um dia sei que isso vai acontecer, vai ficar tudo natural. O bacana dessa rotina é que não dá tempo para pensar, você fica ocupada o dia todo. Estou neste momento mãe, me dedicando a eles e estou muito feliz.


- Como você é como mãe? Brava? Calma? Preocupada?
- (Risos) Eu sou Brava. Eu não sou nervosa com situações difíceis da maternidade. Se há febre, eu fico calma, se caiu eu fico calma, não me desespero. Eu acho que sou é exigente, principalmente com os estudos e com a organização. Eu tento preservar a criança, tento equilibrar a obrigação com a diversão. Eu controlo a TV e quase não deixo usar o computador, tudo tem o momento certo. Às vezes pego pesado e vou fazer carinho, converso, explico tudo. Sou contra bater. A minha filha me entende com o olhar. Sou a favor de dar limites. Não sei se sou uma boa mãe. Eu tento ser, luto para ser. Estou sempre me avaliando, me questionando. Estou longe de ser perfeita.


- Você tem uma filha de 9 anos. Por ter essa diferença entre uma maternidade e outra, o que mudou?
- Começa tudo de novo quando a gente descobre que está grávida de novo. Cuidar de um filho direito, dá muito trabalho. O que muda é o corpo, que já não responde como quando era jovem. Você mistifica menos. Com o primeiro filho tudo fica enorme, com o segundo você fica mais tranquila, tem mais paciência, fica tolerante, mais calma, é uma relação mais madura.


- Você tem algum truque ou segredinho para cuidar do Gabriel?
- Uma coisa que eu recomendo é uma cadeirinha reclinável que tem um balanço, um móbile com bonequinhos e que vibra. Eles podem brincar e se distrair. Aqui em casa tem escada, não dá para ficar com o carrinho toda hora, já com essa cadeirinha dá. Esse é o nosso segredinho, dá para tirar o bebê do colo e cuidar das coisas enquanto a criança fica por perto. O Gabriel até já aprendeu a balançar sozinho! Quando ela para de balançar, ele mexe o pezinho e já balança de novo.
- Como é a sua relação com a Fernanda?


- Tento ser amiga dela, mas nunca perdendo de vista que sou mãe. Porque mãe é mãe e amiga é amiga. Tento fazer com que ela encontre confiança em mim, porque esse é o único caminho para ter o filho por perto da gente. A gente tem muito carinho uma com a outra, cumplicidade.
- O que você aprendeu com a maternidade?


- A gente aprende tanta coisa. Eu sou muito maternal, não parece, mas eu sou. O que mais aprendi foi a doação, saber se doar. Quando você é mãe isso é o que mais acontece. Você deixa de ser você e aprende a ser o outro. E tem uma responsabilidade com o mundo: criar um ser humano para a vida.

- Você teve algum momento mais emocionante como mãe?
- São tantas coisas, tantos momentos. Mas a primeira cartinha que a Fernanda me escreveu, foi especial. A Fernanda escreve bastante, deixa desenhos pela casa e bilhetinhos na minha cama. Nesta primeira cartinha tinha um coração e dizia coisas muito bonitas, eu fiquei muito emocionada.
- Você já tem planos para voltar a trabalhar?
- Pretendo voltar a trabalhar, sim. Tenho contrato com a Record e quero voltar a fazer teatro. O Gabriel já está com quatro meses, então não tem mais porque eu ficar somente em casa. Hoje em dia, a mulher divide muito bem o tempo entre ser mãe e trabalhar, já está na nossa sociedade. Mas ainda não tenho projetos definidos.




Fonte:Caras.com

domingo, 1 de agosto de 2010

Entrevista ao Cyberdiet


A atriz pernambucana Patricia França começou a carreira no teatro da escola pública em que estudava. Depois de muitos trabalhos alternativos, conseguiu seu primeiro papel de destaque na televisão, na minissérie "Teresa Batista, Cansada de Guerra", da Rede Globo

Hoje, com um currículo que inclui o filme "Orfeu" e atuando na novela "Poder Paralelo" da Record, Patricia conta em entrevista ao Cyber Diet um de seus segredos para manter a aparência sempre jovial: "Felicidade e amor fazem muito bem para a pele".


A morena exibe uma boa forma incrível, um rosto de menina e uma vontade grande de alcançar os seus objetivos.

ENTREVISTA AO CYBER DIET
Como é sua alimentação diária?Não tenho disciplina nenhuma. Como sempre nas horas erradas.

Acordo tarde e valorizo muito a primeira alimentação. Eu tomo café com leite, como uma fruta e não abro mão de iogurte. No almoço, quando não estou gravando, eu como muita salada e grelhado.

Você saiu de Pernambuco aos 19 anos. Foi difícil se acostumar com a culinária carioca?
Nossa, demais. O complicado foi acostumar a comer feijão preto. Lá em Pernambuco a gente come feijão marrom, além do tempero ser muito mais forte. Os hábitos são diferentes, mas a gente sempre acaba se adaptando. Eu adoro cuscuz, aipim , sopa... são pratos típicos de lá, né?
E você mesma prepara?
Não sei cozinhar, mas levo jeito. É que eu não me dediquei para aprender.
Você tem algum hábito alimentar?Evito manter hábitos que não são saudáveis. Eu me policio para tomar muito líquido. E também não abro mão de jantar. Eu adoro tomar sopa, principalmente de feijão.
Tem algum prato que você não resiste?Chocolates às vezes eu não consigo deixar de comer. Eu adoro doce, mas tento evitar justamente para não fazer mal a minha pele.
Já teve problemas com a balança?Não tenho tendência para engordar. Na minha gravidez, eu me achei linda gordinha. É muito louco isso, mas eu não queria emagrecer. Depois da gravidez, eu voltei rápido ao meu antigo peso, mas perdi as formas. Eu ganhei mais quadril e mais busto. Fiquei mais mulher, mais bonita e menos tímida, sabe?
Você é uma pessoa vaidosa?
Não faço questão de sair com um vestido caríssimo ou jóias e nem de desfilar um corpo malhado de biquíni. Só não abro mão do dermatologista. Eu gosto de cuidar da minha pele. Além dos cremes eu acredito que felicidade e amor fazem muito bem para a pele.
Já fez alguma cirurgia de correção estética?Nunca e nem tenho vontade. Estou feliz do jeito que estou. Hoje, aos 38 anos eu me sinto mais madura, com traços bonitos. Não pretendo mudar nada.
Por:
Luana Godoy
Agência MBPress

Fonte:cyberdiet.terra.com.br

Patrícia França: Maternidade


com jeito de menina, a atriz revela um de seus segredos para manter a aparência sempre jovial: "Felicidade e amor fazem muito bem para a pele"



"A maternidade nos deixa mais maduros. E, por que não dizer, até sexualmente falando. Eu fiquei mais mulher, mais bonita e menos tímida"

"Não faço questão de sair com um vestido caríssimo ou jóias nem de desfilar um corpo malhado de biquíni. Só não abro mão do dermatologista"


Fonte:quem.globo.com