Patrícia França Fã Clube

quarta-feira, 4 de agosto de 2010

Patrícia França:apresenta Gabriel



Quando Patrícia França (38) descobriu no meio do ano passado que estava grávida, seu primeiro pensamento foi: "Meu Deus, tudo de novo?!" Mas hoje em dia, a atriz, mãe de Fernanda (9), de casamento anterior, vem se deliciando com as redescobertas da maternidade após o nascimento de Gabriel, em 26 de dezembro. "Ele não foi planejado. Então, passado o susto inicial, tem sido tudo maravilhoso, com muitas alegrias e descobertas. É uma bênção ter um filho, uma renovação para a família inteira", explica ela, que vive há um ano com o pai da criança, o empresário Wagner Pontes (42), em uma casa na Barra da Tijuca, Rio. "Nossa relação ainda é muito recente. E Wagner é um homem surpreendentemente bacana. A cada dia me encanto mais com ele", desmancha-se a atriz, que contou com grande apoio familiar quando precisou voltar às gravações finais de Poder Paralelo, em janeiro, logo após o parto. "Foi punk. Mas Wagner e Fernanda foram bastante compreensivos, o que me ajudou a encarar isso muito bem", enaltece ela. O jeito com que Patrícia lida com sua rotina é motivo de elogios do marido. "Ela é fantástica e muito atenciosa, apesar de cobrar da gente o tempo todo. O que existe entre nós é cumplicidade total", explica Wagner, também pai de Bruna (11).

- Como a vinda do Gabriel afetou a relação de vocês?
Patrícia - Ele nasceu no dia em que eu Wagner completamos um ano de namoro. Foi tudo muito rápido e é claro que a gente acaba sendo posta à prova. Acho importante as pessoas saberem que há conflitos. Nossa relação tem sido conquistada de maneira muito consciente, com diálogo, amor, brincadeiras e bom humor, mas sem perder a seriedade. Nós dois demos muita sorte. Acredito que me encaixo dentro do que ele esperava. Não é fácil, mas acho que, se fosse, perderia a graça. Essas dificuldades e as novidades que chegaram com o Gabriel vieram nos fortalecer. Provavelmente se as coisas tivessem acontecido de forma suave, não teriam dado certo.
Wagner - Estamos em uma fase mais madura de nossas vidas. No passado, talvez eu não entendesse muito bem essa relação mãe e filho, a gente acaba misturando tudo e sente ciúme, acha que é falta de atenção. Mas hoje lido bem com tudo. Somos parceiros e Patricia sabe administrar bem a família.

- Ainda faz parte dos planos de vocês oficializar a relação?
Patrícia - O casamento seria em setembro, as coisas foram acontecendo e o foco terminou mudando... No momento, a gente ainda não sabe como vai resolver.

- Como a Fernanda lidou com essa mudança de rotina?
Patrícia - Falo com muita naturalidade que inicialmente pintou o ciúme. Durante nove anos, fomos apenas nós duas nessa casa. O Wagner foi sendo incorporado de forma natural, até porque sempre preparei minha filha e tive outros namoros antes. Mas o bebê chegou. Um conselho que me deram foi que a gente deve colocar a criança para participar de todas as etapas: escolher roupinhas, trazer para perto. Por exemplo, ela e a Bruna, filha do Wagner, queriam que o quarto fosse branco. Aceitamos a sugestão em homenagem a elas. Fernanda é muito maternal, me respeita, é atenciosa, quer cuidar para valer. Inclusive faz o bebê dormir como ninguém. Ela compreende que a prioridade atualmente é dele porque é pequeno e isso ajuda muito.

- Para você, qual a parte mais complicada de educar um filho?
Patrícia - Criar direito, como manda o figurino, dá trabalho. E eu sou muito exigente comigo mesma neste sentido, me cobro a questão de ser uma mãe presente, bacana, correta. É lógico que a gente não acerta sempre, mas dentro do possível tento estar atenta ao que acontece. É engraçado que às vezes me distraio com Gabriel e de repente penso: Fernanda. Aí chamo ela no quarto. Quero sempre saber como está.

- Como conciliou a volta ao trabalho com a rotina doméstica?
Patrícia - A gente é muito família, muito turminha e todos me ajudaram. Acho que tudo se baseia no diálogo. É só conversar, explicar que nesse momento a coisa está complicada, preciso que me entendam. Quando as coisas são colocadas direito, é simples. E o pessoal da produção da novela agiu com correção. Tudo o que foi combinado foi cumprido. A prioridade era minha, os horários eram feitos de acordo com minha disponibilidade. Como meu filho mamava no peito, tinha um intervalo maior para vir em casa. Não levava ele ao estúdio, são energias muito diferentes. Até a cena final da trama, um julgamento que seria realizado no centro da cidade, foi feito em locação por minha causa. Além disso, o fato de eu saber que a novela estava no fim, e não no início, me ajudou a ver tudo com mais serenidade.

- Em algum momento você sentiu culpa por deixar Gabriel tão pequeno em casa?
Patrícia - Em um determinado momento, sim. Pensava: como vou me focar aqui e desfocar ali? Mas gosto de ser posta à prova e desmistificar as coisas. Quando você tem um bebê, por mais que seja mãe de segunda viagem, acaba criando uma redoma de vidro em cima da criança. E isso foi quebrado. Eu sabia que a novela terminaria logo, o que me tranquilizou. Mas, nos primeiros dias, fiquei nervosa. Achava que gravaria cenas triviais, mas não foi assim. Decoro textos com muita facilidade, mas não foi o que aconteceu. Passei uma madrugada inteira tentando memorizar uma fala boba. Ficava ensaiando com Wagner e não saía... mas se a gente for pensar, grande parte das mulheres faz isso, trabalha e cuida do filho.
Wagner - Acho importante a mulher ter profissão, seu espaço, um objetivo e concretizar isso. Sempre que Patrícia precisa de ajuda, tem um aliado. É o que ela gosta, tenho mais é que apoiar.

- Já pensa em voltar ao trabalho ou quer mais um tempo?
Patrícia - Estou de licença e quero ficar com Gabriel. Sou contratada da Record e acredito que não vão me chamar para nada agora. No teatro, tenho um projeto lindo sobre a cantora Angela Maria, mas está parado porque o marido dela é muito difícil (risos). Tento falar com ele e não consigo, não posso levar adiante. Uma pena. Então, estou com outros planos, mas ainda no início.

- Você já voltou à forma?
Patrícia - Apesar da fome que senti no início, acho que Gabriel sugou muito. Engordei apenas sete quilos, fiquei realmente magra. Durante a gestação, só tinha barriga. Meu peso ideal é 53 quilos e agora estou com 55. Não faço dieta. É que não como muito mesmo. Faço três refeições e nada mais, não sou do tipo que fica beliscando o dia inteiro.

- Com quem Gabriel parece? Como ele é no dia a dia? Quais são as medidas atuais dele?
Patrícia - Ele é inteiramente a família do Wagner. Está pesando quase 7 quilos e mede 60 cm. Dizem que daqui a pouco as crianças vão nascer falando. É verdade. Ele é muito interativo. Adoro quando olha dentro dos meus olhos e solta aquele sorriso.

- Ainda está amamentando?
Patrícia - Sim, mas não tanto quanto eu gostaria, porque não tenho muito leite, então complemento com a mamadeira. Mas insisto, invisto no peito, porque a tendência é desistir. Dói, a gente não sabe encaixar direito na boquinha e acaba deixando para lá. A própria pediatra me falou para dar mamadeira. Sabe por quê? Mamar é muito importante, claro, mas isso gera uma pressão na mulher. Ela termina ficando nervosa e o leite não aparece. Mas, quando você relaxa, ele vem. Aos 38 anos, encaro isso de forma mais natural possível, com o segundo filho você já sabe o caminho


Fonte:caras.com.br

2 comentários:

Tati disse...

Amei seu blog!
Lindinhooooooooooooo...
Parabéns!
Bjs!

Quando conseguimos admitir que nosso próximo merece um elogio, estamos abrindo em nosso coração uma estrada de mão dupla - e, em breve, receberemos um elogio de volta.
Quando puder visite o meu,
Bjs!
http://receitasdatatialves.blogspot.com/

Mada Aveiro disse...

Confira o blog no instagra @patriciafranca_fc